Convidamos todos/as para participar da Aula Inaugural da Rede PROFNIT – Turma 2023, a ser realizada no dia 10 de março de 2023, às 19h, no nosso canal do YouTube (https://www.youtube.com/@PROFNITBrasil).
Lembramos que a Aula Inaugural conta como carga horária em Seminários Integradores. ?
Maiores informações em https://profnit.org.br/aula-inaugural-turma-2023/
A reunião foi com o Tribunal de Contas da União (TCU). Sob a coordenação de Wesley Silva, auditor chefe da unidade de auditoria especializada em governança e inovação do tribunal, a reunião teve a presença do setor empresarial, com representantes da Mobilização Empresarial pela Inovação- MEI da CNI e da Direção de Inovação da CNI , além do Fortec.
O propósito do encontro, ocorrido na CNI em São Paulo, foi o de promover uma discussão com o TCU sobre uma proposta de agenda que possa contribuir para a formação de políticas públicas para o setor de CT&I.
Estavam presentes a Vice- Presidente do Fortec, Ana Lúcia Vitale Torkomian Lúcia Torkomian e a Diretora Técnica Juliana Crepalde.
Fortec consolida importante etapa do Planejamento Estratégico para atuação da Associação em 2023-2024. Em reunião na sede da Fapemig, em Belo Horizonte, nos dias 31/1 e 1 de fevereiro de 2023 a diretoria, os representantes das regionais Fortec, o Conselho e a secretaria executiva deliberaram sobre as metas, ações e investimentos para os próximos dois anos de atuação. O fortalecimento dos Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) e das instâncias de inovação das ICTs para contribuir no desenvolvimento científico, tecnológico e social do país foi o foco central dos esforços.
O Planejamento Estratégico do Fortec envolve sete eixos: Governança, Comunicação e Novos Serviços, Ações internacionais, Formação e Capacitação, Métricas e Indicadores, Relações Governamentais e Institucionais e Desenvolvimento Regional e teve início há um ano, sob Coordenação geral de Ana Lúcia Torkomian – Vice-Presidente FORTEC e Secretaria Executiva de Lygia Magacho.
Parque tecnológico
O grupo visitou o Parque Tecnológico ‘BH Tech’ e conheceu as instalações, a empresa spin off da UFMG ‘FabNS’ e conversou com o diretor do parque, Marco Crocco, sobre modelo de governança para parques tecnológicos e as perspectivas e oportunidades de atuação do Fortec na ampliação de ambientes de inovação do país.
A reunião tratou também da transição de gestão 2021-2022 para 2023-2024, com reconduções e novos gestores. Saiba mais em: https://fortec.org.br/governanca/
O recente processo de reforma no arcabouço legal que regulamenta a ciência, a tecnologia e a inovação no Brasil, conhecido por Marco Legal de CT&I (MLCTI – envolvendo em particular a Emenda Constitucional 85/2015, a Lei 13.243/16 e o Decreto 9.283/18), criou novas oportunidades para a aproximação entre as Instituições Científicas e Tecnológicas e de Inovação (ICTs), as empresas, órgãos governamentais e demais agentes do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI).
O MLCTI também procurou impulsionar as ações de empreendedorismo inovador no país, além de tratar de aspectos específicos do trabalho dos cientistas que sofriam restrições com raízes na legislação.Para que os avanços do MLCTI possam de fato ser aproveitados é imprescindível que as ICTs estabeleçam sus Políticas de Inovação. Esta página tem como objetivo dispor de material para auxiliar nos debates e processos de planejamento de cada instituição acerca da atualização das suas políticas, bem como facilitar na comparação entre as políticas já adaptadas à nova legislação. Baixe o arquivo em pdf.
O FORTEC, como parte da sociedade brasileira, vem a público repudiar veementemente os atos terroristas ocorridos neste domingo, 8 de janeiro de 2023, em Brasília.
Este Fórum congrega gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia, ferramentas importantes para o fortalecimento do país e de sua capacidade de agir para a satisfação das necessidades e aspirações de sua gente com todas as pluralidades e diversidades de um país como o Brasil, definidas conforme as diretrizes da Constituição e garantidas pelas normas democráticas.
Acreditamos que sem respeito à democracia não há como esperar que qualquer estratégia de desenvolvimento por meio da ciência, tecnologia e inovação sejam efetivamente postos a serviço da população e da solução de seus problemas.
Esta sociedade exige que os responsáveis por estes atos sejam punidos exemplarmente com o rigor da lei.
O FORTEC seguirá alerta para combater todo e qualquer ataque à democracia brasileira e vigilante na defesa do Estado Democrático de Direito.
Segundo a vice-presidente do Fortec, Ana Lúcia Torkomian, “desenvolvimento econômico depende da capacidade do país de inovar, e não tem como inovar sem conhecimento”. Ana Torkomian também destaca que “na área da inovação, o país tem um bom arsenal em termos de políticas públicas de incentivo, (…) o que precisamos agora é reavaliar os instrumentos de promoção da inovação frente à situação atual do país e aprimorar a implementação, o acompanhamento, o monitoramento e as correções de rota quando adotamos instrumentos como subvenção econômica e incentivos fiscais”.
Desde a implementação da Lei 13.243/2016, que alterou a definição de ICT, incluindo instituições privadas sem fins lucrativos, muitos tem manifestado dúvidas acerca do enquadramento, tanto para fins de elaboração de políticas ou de posicionamento institucional. Para melhor esclarecimento, o FORTEC auxiliou a equipe do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações na elaboração deste Guia de orientação, disponível para download no Portal do FORTEC (fortec.org.br). O guia contou também com apresentação do Ministro Paulo Alvim e prefácio do Procurador Leopoldo Gomes Muraro, Coordenador da Câmara de CT&I da AGU.
O Vale do São Francisco, na Bahia, é a primeira região do Brasil a receber a indicação geográfica de vinhos tropicais. O registro conquistado – Indicação de Procedência Vale do São Francisco – abre mercados internacionais para o vinho baiano. O processo que levou à obtenção do selo foi conduzido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), com resultado anunciado na última semana. O novo status foi divulgado na Revista de Propriedade Industrial (RPI) nº 2704.
O levantamento para se conseguir o selo é baseado em requisitos equivalentes aos da União Europeia. A demanda para o estudo partiu do Instituto do Vinho do Vale do São Francisco (Vinhovasf), instituição privada, sem fins lucrativos, que congrega os produtores, viticultores, além de vinícolas.
A indicação protege vinhos originais do Vale do São Francisco, indicada como região de geografia peculiar no contexto mundial, levando em consideração a diversidade de uvas que podem ser cultivadas. No Vale, pode-se encontrar variedades adaptadas a diferentes condições de clima, solo e biomas. O registro contribui com o fortalecimento da relação entre as vinícolas da região, especialmente pela busca comum de melhoria constante na qualidade e expressão da tipicidade dos vinhos elaborados.
Vinhos do Vale do São Francisco ganham certificação de origem
Para o Secretário da Agricultura da Bahia, Leonardo Bandeira, o selo, além de agregar valor aos vinhos produzidos no Vale do São Francisco, mostra-se como exemplo da eficiência do trabalho realizado no campo, na Bahia, estado que, frisa o secretário, entrega produtos de qualidade para os mercados interno e externo.
“A nossa região do Vale do São Francisco é capaz de produzir uma média de 1,5 milhão de litros de vinho por ano. Mas nessa parte da Bahia também merece destaque a produção de espumantes, que está em aproximadamente três milhões de litros por ano”, acrescentou Bandeira.