Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia

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Associações de Inovação e Investimento realizam evento conjunto de 12 a 14 de agosto, em Florianópolis-SC

O Innovation Summit Brasil 2019 pretende reunir duas mil pessoas do Brasil e do mundo para debater sobre “Ecossistemas de Inovação: criativos, conectados e competitivos”. As inscrições serão lançadas em breve.

Entre os dias 12 e 14 de agosto, a capital catarinense, Florianópolis, será palco da primeira edição do Innovation Summit Brasil, e ponto de encontro de atores públicos e privados, nacionais e internacionais, envolvidos no processo de empreendedorismo inovador; entidades e outros atores que atuam com o desenvolvimento e a operação de mecanismos de suporte ao empreendedorismo e à inovação; instâncias de governo, setores produtivos e formadores de opinião; disseminadores das culturas de inovação, propriedade intelectual e transferência de tecnologia interessados em cooperar com a capacitação, a formação e o desenvolvimento de profissionais envolvidos no esforço dessas áreas para as entidades de C,T&I que atuam no país; gestores e CEOs de empresas de grande, médio e pequeno porte com foco em inovação; da comunidade de investimentos de longo prazo, em âmbito nacional e internacional, e de entusiastas na construção de um ambiente ideal para as startups transformarem o país.

 

Realizado pela Rede Nacional das Associações de Inovação e Investimento (RNAII), o Innovation Summit Brasil 2019 conta com correalização do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas(Sebrae), e apoio local da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate) e da Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (Certi). A RNAII é uma iniciativa inédita de colaboração das grandes entidades fomentadoras do empreendedorismo inovador, em prol de todo o ecossistema brasileiro de ciência, tecnologia e inovação. Composta pela Abipti (Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação); ABstartup (Associação Brasileira de Startups); Abvcap (Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital); Anjos do Brasil; Anpei (Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras); Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores) e pelo Fortec (Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia), a Rede congrega uma cadeia com milhares de associados de natureza diversificada, para efetiva colaboração e fortalecimento de ações, públicas e privadas, focadas na transformação do conhecimento em riqueza.

Juntas, essas associações representam mais de mais de 150 instituições de pesquisa, 300 gestores de núcleos de inovação, 370 ambientes de inovação (incubadoras, aceleradoras, parques tecnológicos), 120 investidores de venture capital, 5000 startups, 7000 investidores anjos, e 200 empresas inovadoras de grande e médio porte. Assim, com o objetivo de formular proposições para apoiar e estimular o investimento em empreendedorismo inovador no país, o Innovation Summit Brasil 2019 irá reunir diferentes agentes para definição de ações voltadas ao fortalecimento da capacidade de inovação e da competitividade da economia do país, e o fortalecimento dos ambientes promotores de
inovação, da pesquisa científica, da interação entre instituições de pesquisas e empresas, da atração de capital, da cultura empreendedora, e da geração de emprego e renda.

Ecossistemas de Inovação: criativos, conectados e competitivos

O tema central escolhido busca retomar a ideia de que “a união faz a força”, já que para desenvolver um ecossistema de inovação sólido é necessário a criação de ambientes colaborativos e com ações em todas as frentes. Na biologia, a palavra ecossistema significa um conjunto de comunidades que, aliadas a fatores externos, colaboram entre si para a sobrevivência de todas. O mesmo ocorre quando diferentes atores, como empresas de tecnologia, universidades, investidores, fundações, governos e a sociedade, se unem para favorecer o crescimento da inovação e colaborar uns com os outros; e as características “criativo”, “conectado” e “competitivo” vêm para enriquecer ainda mais esse ecossistema de inovação.

Serão trabalhadas seis trilhas: incubadoras, aceleradoras, parques tecnológicos, empresas, investidores e gestores de inovação. Dentro dessas trilhas, as associações que compõem a RNAII trabalharão temas específicos, como políticas econômicas, modelos financeiros, conexão entre grandes e pequenas empresas, impulso para gerar novos empreendimentos inovadores, transformação digital, entre outros.

A Sede
Florianópolis-SC não foi selecionada para sediar o evento por acaso. A região abriga, atualmente, mais de 16 mil empreendedores e o número de empresas de tecnologia subiu 3,42% entre 2015 e 2017. Considerando os últimos 30 anos, o crescimento foi de 10.000%.
De acordo com relatório do Bradesco BBI, divulgado em 15 de fevereiro de 2019, Florianópolis tem 3% da população brasileira, mas possui 20% das startups do país. Segundo Acate, o setor tecnológico já representa 5,6% do PIB do estado, com um faturamento de R$ 15,5 bilhões.

XI Oficina de Ciência, Tecnologia e Inovação, CIT @Tenas 2019

De 22 a 25 outubro de 2019, acontecerá em Varadero (Cuba) a XI Oficina de Ciência, Tecnologia e Inovação, CIT @Tenas 2019, um espaço para troca de experiências nos temas de gestão da ciência, tecnologia e inovação como processos sociais, interativos, distribuídos e sistêmicos.

O evento reunirá cientistas, tecnólogos, produtores e inovadores para promover o intercâmbio de experiências e a reflexão sobre o desafio do conhecimento e da inovação para o desenvolvimento sustentável.
Os tópicos para debate serão:
1. Inovação social e inclusiva no desenvolvimento municipal;
2. Gestão de organizações produtivas de base tecnológica;
3. Gestão do capital humano nas Entidades de Ciência, Tecnologia e Inovação;
4. Gestão organizacional em serviços, saúde e processos pedagógicos;
5. Inovação em novas formas de gestão e na empresa estatal socialista;
6. Gestão do conhecimento. Trabalho em redes. Aprendizagem Organizacional;
7. Tecnologias para a produção sustentável de alimentos;
8. Tecnologias em manufatura avançada e sustentável;
9. Tecnologias para adaptação às mudanças climáticas.
O programa do evento inclui conferências, simpósios, painéis e sessões de apresentações orais. Acontecerão também eventos em paralelo.

O CIT @ Tenas 2019 está aberto à participação de todas as partes interessadas através de uma chamada para apresentação de Paper. Confira as datas importantes:
31 de janeiro: Recepção de resumos.
28 de fevereiro: Notificação de carta de aceitação.
20 de maio: Recepção de obras.

Confira no link a seguir a segunda chamada para inscrição e submissão de trabalhos:

ConvocatoriaCIT@tenas2019-SegundaCircular.pdf

Fortec elege diretoria Gestão 2019-2020

Foi eleita na sexta-feira, dia 19, no auditório de Instituto Nacional de Tecnologia, durante o XII Fortec a nova diretoria e coordenadorias regionais. Confira a nova composição:

Diretoria

– Shirley Coutinho – Presidente. Coordenadora do NIT da PUC-Rio, Coordenadora Regional SE (2010-2014), Vice-Presidente do FORTEC (2014-2018).

– Gesil Amarante Sampaio Segundo – Vice-Presidente. Vice-Coordenador Regional NE (2012-2014), Diretor do FORTEC (2014-2018), Coordenador de Transferência de Tecnologia do NIT-UESC.

– Ana Lúcia Vitale Torkomian – Diretora-Técnica. Foi Coordenadora do NIT da UFSCar, Coordenadora Regional SE (2014-2016), Diretora do FORTEC (2014-2018).

– Angelo Luiz Maurios Legat – Diretor-Técnico. Conselho Fiscal do FORTEC (2014-2018), Gerente do Escritório de PI e TT da Agência de Inovação e Propriedade Intelectual da UEPG.

– Marli Elizabeth Ritter do Santos – Diretora-Técnica. Foi coordenadora de NIT, Diretora do FORTEC (2004-2014), Conselho Consultivo (2017-2018).

– Noélia Lúcia Simões Falcão – Diretora-Técnica. Coordenadora do NIT do INPA e do Arranjo NIT da Amazônia Ocidental.

– Wagna Piler Carvalho dos Santos – Diretora-Técnica. Secretária Executiva do FORTEC (2014-2016), Diretora do FORTEC (2017-2018).

Coordenação Regional Norte

– Daniel Santiago Chaves Ribeiro – Coordenador Regional. Vice-Coordenador Regional Norte (2017-2018).

– Erna Augusta Denzin – Vice – Coordenadora. Diretora do Núcleo de Inovação Tecnológica do IFTO, Suplente da Regional NO (2018)

– Saulo Rafael Silva e Silva – Suplente. Diretor de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação da IFPA.

Coordenação Regional Nordeste

– Vivianni Marques Leite dos Santos – Coordenadora Regional. Diretora Institucional de Inovação Tecnológica, Vice-Coordenadora Regional Nordeste (2017-2018).

– Sérgio Ribeiro de Aguiar – Vice – Coordenador Regional. Suplente da Regional Nordeste (2017-2018).

– José Nilton Silva – Suplente. Coordenador do NIT da UFCG.

Coordenação Regional Centro Oeste

– Olivan da Silva Rabelo – Coordenador Regional. Diretor do Escritório de Inovação Tecnológica da UFMT.

– Paulo Gustavo Barboni Dantas Nascimento – Vice – Coordenador Regional.

– Ana Paula Duarte Avena de Castro – Suplente.  Coordenadora do Programa de Incubação de Empresas e Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia da UniEVANGÉLICA (UniINCUBADORA e UniCIETEC).

Coordenação Regional Sudeste

– Anapatrícia Morales Vilha – Coordenadora Regional. Foi Diretora da Agência de Inovação da UFABC (2014-2018), Coordenadora Regional Sudeste (2017-2018).

– Marcelo Gomes Speziali – Vice – Coordenador Regional. Foi coordenador do Núcleo de Inovação Tecnológica e Empreendedorismo e da Incubadora de Empresas Incultec da UFOP (2014-2017).

– Ricardo Pereira- Suplente. Vice-Coordenador Regional Sudeste (2014-2018), Coordenador da Agência UFRJ de Inovação.

Coordenação Regional Sul

– Luiz Henrique Castelan Carlson – Coordenador Regional. Vice-Coordenador Regional Sul (2017-2018), Chefe de Departamento de Inovação do IFSC.

– Alexandre Donizete Lopes de Moraes – Vice – Coordenador Regional. Coordenador do NIT da UFPR.

– Danubia Bueno Espíndola – Suplente. Diretora de Inovação Tecnológica na Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da PROPESP-FURG.

Conselho Fiscal

– Irineu Afonso Frey – Conselheiro Titular. Conselho Fiscal (2017-2018).

– Ricardo Fialho Colares – Conselheiro Titular. Coordenador Regional Nordeste (2017-2018), Vice-Coordenador Regional Nordeste (2015-2016).

– Sabrina Carvalho Verzola – Conselheira Titular. Suplente da Regional Norte (2015-2016), Conselho Fiscal (2017-2018).

– Adriano Leonardo Rossi – Conselheiro Suplente do FORTEC. Coordenador Regional Sul (2017-2018).

– Tatiane Luciano Balliano – Conselheira Suplente do FORTEC.

– Joaquim Manoel da Silva – Conselheiro Suplente do FORTEC.

Conselho Consultivo

– Edilson da Silva Pedro – Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

– Maria Celeste Emerich – Foi Coordenadora do NIT Fiocruz, Coordenação do FORTEC (2005 – 2008), Conselho Consultivo (2017-2018).

– Maria das Graças Ferraz – Foi Coordenadora de NIT do Museu Goeldi, Coordenadora de Regional Norte (2010-2012), Diretora do FORTEC (2014-2018).

– Maria Rita de Morais Chaves Santos – Coordenadora do NIT da UFPI. Coordenadora de Regional Nordeste (2008-2009), Coordenadora de Regional Nordeste (2014-2015).

– Newton Frateschi – Coordenador INOVA/UNICAMP.

– Paulo Rogério Pinto Rodrigues  – Coordenador do UNICENTRO. Suplente da Regional Sul (2014-2016), Conselho Fiscal (2017).

– Rubén Sinisterra – Docente UFMG. Foi Coordenador da CTIT- UFMG, Coordenadora de Regional Sudeste (2006-2010), Presidente FORTEC (2010-2014).

Experiências do México, Estados Unidos, Europa e Brasil em TT e Spin-offs movimentam terceiro dia do Fortec

Profissionais de diferentes ecossistemas mundiais de inovação apresentaram suas experiências em transferência de tecnologia e criação de spin-offs.

Segundo José Luis Solleiro, da Unam, do México os gestores de inovação brasileiros tem buscado um perfeccionismo que não existe em boas práticas em transferência. “Vocês tem uma história de realizações muito importante na área em face de toda a América Latina, é preciso que vocês as capitalizem e as usem”, destacou. Solero ainda provocou os presentes: será que realmente queremos transferir tecnologia e abrir spin-offs? Será que realmente queremos, mas como vamos fazer isso se muitas vezes seguimos pensando que a empresa é algo mal e professor deve ser sinônimo de “pobressor”?

Já Camilo Ansarah, da USC, da Califórnia destacou sua própria experiência de abrir uma empresa. “Participei de um programa e acabei abrindo uma empresa. Tínhamos mentores nos orientando, que nos ajudaram no processo, conseguimos pouco investimento e acabamos fechando Mas depois comecei a transferir tecnologia, e hoje do outro lado, vejo como podemos ajudar os pesquisadores enquanto empreendedores”, afirmou.

Ansarath listou ainda algumas dificuldades que enfrentam os pesquisadores enquanto pesquisadores. “O conflito de interesses, muitos pesquisadores pensam que podem começar sua empresa dentro do laboratório, o que é proibido na nossa Universidade (USC), outra dificuldade é o que a universidade pode oferecer para os pesquisadores que querem empreender, como contato com advogados, a investimentos de fundos para este fim. Outro ponto como negociamos com empresas que tem sócio como pesquisador. Os escritórios devem ter parcerias com incubadoras, que possam prestar auxílio aqueles pesquisadores que queiram empreender.

O pesquisador Marcos Vinícius de Souza, que foi diretor de Inovação do MIDIC, destacou as dificuldades brasileiras no conhecimento em desenvolver negócios. “Mas depois que encontramos este conhecimento, temos dificuldade de em aplica-lo em business dentro das universidades e incubadoras. E mesmo depois de entender, outro problema é o mundo real. Onde os gestores de NIT’s e incubadores vão buscar os investimentos? Precisamos urgentemente de treinamento tanto para os empreendedores, como para gestores de inovação para que possamos profissionalizar esse processo no Brasil”, finalizou.

Alison Campbell destacou que na Irlanda as universidades trabalham em conjunto com as empresas que sempre estão em busca do que a universidade tem a oferecer em termo de negócios. “O conflito de interesses traz esses dilemas e as coisas só ficam ruins quando estão boas”, destacou. Campbell afirmou que é preciso ter uma revisão das políticas de inovação e propriedade intelectual, que não abarcam as spin-off, que são posteriores a elas. “Temos que fazer que todas as universidades tenham uma política que as pessoas achem com facilidade e  que se tomem decisões rápidas em detrimento de comitês com muitas pessoas que dizem “você fez uma coisa ruim”, afirmou. Campbell finalizou. “As pessoas pensam que os pesquisadores que abrem uma empresa  tem que sair da Universidade, não, não queremos isso, porque estes empreendedores é que queremos manter na universidade, então é preciso que as políticas os mantenham para criarmos um ecossistemas virtuoso”, finalizou.

Estratégias de PI e TT em Biotec no segundo dia de atividades do XXII Fortec no Rio de Janeiro

A Estratégia de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologias na Biotecnologia é o tema que abre o segundo dia de encontro do XXII do Fortec. A capacitação ficou a cargo do doutor em Biotec, Camilo Ansarah, da University of Southern Califórnia, nos Estados Unidos, com mais de oito anos de experiência em transferência de tecnologia, passando por instituições federais, estaduais e hoje um centro privado nos Estados Unidos. “A experiência que eu tenho lá fora pode ser aplicada aqui no Brasil, mesmo com mecanismos e legislações diferentes. Desta forma é importante aprendermos hoje o que eu trago para a palestra e aplicar de acordo com a realidade de cada local no país”, afirmou.

“Buscar capacitação para inovar”. Estratégia fundamental, que trouxe o Pró-reitor de Pesquisa Inovação e Pós-Graduação do Instituo Federal Sul Rio Grandense, Vinicius Martins, ao Fortec. “O IFES está pelos menos uns quatro anos atrasado em inovação. Temos o objetivo de nos equiparar as instituições de ponta e aqui eu me atualizo com estes profissionais”, destacou.

Encontro que também atrai os estudantes de pós-graduação em CT&I. Fernanda Reis é mestranda do PROFNIT e busca atualizações tanto na legislação, como boas práticas em transferência de tecnologias. “Quero analisar como as instituições estão se organizando em torno do novo marco legal, como são as práticas em transferência de tecnologia e com isso contribuir para a implementação na UFRJ”, destacou.

Entre os desafios da transferência de tecnologias no Brasil, o pesquisador destaca tanto a desburocratização da legislação,como o aumento do investimento em CT&I: “o Brasil tem um capital intelectual  humano maravilhoso, pessoas super competentes. Porém pelas próprias conversas que mantenho com os profissionais brasileiros, o gargalo, são as políticas de inovação, que precisam ser ajustadas para que não imperrem o desenvolvimento da inovação e o próprio investimento, seja nos escritórios, nas universidades e institutos de pesquisa para que geremos tecnologias de qualidade superior e tenhamos recursos para desenvolvê-las”, finalizou.

Alterado o local da Assembleia Ordinária 2018 do FORTEC

DATA E HORA:
10h00min de quinta feira, 18 de outubro de 2018
Início do credenciamento e disponibilização da lista de associados no pleno gozo de seus direitos (Art. 16 e Art. 17 do Estatuto).
13h30min de quinta feira, 18 de outubro de 2018
Início da Assembleia com chamada de quórum (Art. 24 do Estatuto):
1a Chamada: maioria absoluta dos associados em pleno gozo de seus direitos.
2a Chamada: 30 (trinta) minutos após, com qualquer número de presentes.

LOCAL:

Auditório, Instituto Nacional da Propriedade Intelectual, Rua Mayrink Veiga, 9, Centro, Rio de Janeiro, Brasil.
Instituto Nacional de Tecnologia (INT), Av. Venezuela, 82, Praça Mauá, Rio de Janeiro, RJ, CEP: 20081-312.

ORDEM DO DIA:
1. Informes dos órgãos do FORTEC e dos Associados do FORTEC;
2. Relatórios:
2.1 – Apreciar e submeter à aprovação o Relatório do exercício Maio de 2017 a Dezembro de 2017;
2.2 – Apreciar e submeter à aprovação o Relatório do exercício Janeiro de 2018 a Setembro de 2018;
2.3 – Apresentação dos Relatos das Coordenações Regionais do FORTEC – 5min por Coordenação.
3. Apreciar e submeter à aprovação contas e orçamento:
3.1 – Contas do exercício de Maio de 2017 a Dezembro de 2017;
3.2 – Contas do exercício de Janeiro de 2018 a Setembro de 2018;
3.2 – Orçamento para o próximo exercício.
4. Receber candidaturas complementares de cargos para a Gestão FORTEC 2019-2020 (Art. 27).
5. Eleger a Gestão FORTEC 2019-2020 (Art. 27).
6. Apreciar e submeter à aprovação a atualização de anuidades dos Associados.
7. Apreciar e referendar, mediante pré-projeto, as candidaturas ao XIV Encontro Anual do FORTEC 2020.
8. Apreciar e votar a Ata da Assembleia Ordinária 2018 ora realizada.

Mais informações e subsídios irão sendo disponibilizados na página da internet do FORTEC (http://fortec.org.br/documentos/editais/)