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Internacionalização da Plataforma iTEC através da Rede TT->INOVA (CYTED)

A internacionalização pode ser compreendida como o processo de participação crescente nas operações internacionais, podendo ser conceituada como o processo de adaptação das operações empresariais (estratégia, estrutura, recursos etc.). Esta definição sugere que as empresas compreendem o ambiente internacional como uma variável necessária à análise de suas operações.

Portando, a plataforma iTEC visa ao desenvolvimento da inovação aberta com transferência de tecnologia entre as instituições de pesquisa e os setores empresariais, junto a Rede TT->NOVA tem como objetivo de atingir outros países. A partir do mês de abril esta plataforma teve um progresso muito importante para internacionalização que foi a tradução para o inglês. Um dos próximos passos é obter também a tradução para o espanhol, que será patrocinado pelo CYTED.

Com esse intuito, a Rede Ibero-americana de Transferência de Tecnologia para Inovação Tecnológica Competitiva (Rede TT->INOVA) foi criada em 2015 junto ao Programa Iberoamericano de Ciencia y Tecnología para el Desarrollo (CYTED), e hoje já abrange 36 instituições de 8 países participantes.

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Manifestação de apoio à iniciativa do CNPq

O CNPq anunciou recentemente (em 22 de fevereiro último) que incluirá em suas chamadas com viés tecnológico o item “Pesquisa em Bases de Propriedade Intelectual”. Nada mais sensato, 12 anos após a Lei de Inovação (Lei 10.973 de 2004) e um ano após o Marco Legal de CT&I (Lei 13.243 de 2016). Deste modo o CNPq cada vez mais concretiza sua vocação de “Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TECNOLÓGICO”, participando cada vez mais do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.

A inserção desta prática no dia-a-dia dos pesquisadores não só ajudará a evitar a reedição de esforços por falta de informação, mas certamente qualificará melhor as iniciativas de pesquisadores, principalmente aqueles que buscam rotas tecnológicas alternativas a soluções já protegidas por patentes no Brasil ou no exterior.

Para aqueles que preocupam-se essencialmente com o ineditismo científico e não tanto com o potencial inovador resultante de suas pesquisas, tanto melhor, já que o ineditismo não depende de aspectos legais e prescinde de fronteiras, pois deste modo também será utilizada a informação científica e tecnológica que está contida nos documentos de patentes.

Naturalmente, pode haver alguma preocupação por parte de pesquisadores que ainda não se acostumaram a incluir os documentos de patentes como material de trabalho usual na sua busca do estado da arte/técnica, algo que certamente ocorrerá mais efetivamente quando iniciativas como esta do CNPq se tornarem lugar-comum.

Esta iniciativa certamente trará mais informações e contribuirá para otimizar o trabalho de todos (proponentes e avaliadores) e valorizar o esforço daquelas instituições que têm buscado auxiliar e assessorar seus pesquisadores num mundo em que a distância entre a pesquisa mais fundamental e a inovação é cada vez menor, e em que se entende que ambas são imprescindíveis.

Nossos parabéns ao CNPq!

Promulgado o Novo Marco Legal de CT&I, com vetos

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Presidente Dilma Rousseff na cerimônia de sanção do Marco Legal. Foto: Ichiro Guerra/PR

Após processo de discussão no Congresso que iniciou-se em 2011 e foi intensificado a partir de 2013, com a constituição de amplo Grupo de Trabalho montado pelo relator na Câmara (Deputado Sibá Machado), com dezenas de audiências públicas, debates em eventos e reuniões, tendo o substitutivo do PL 2177/2011 aprovado por unanimidade na Câmara e no Senado (então sob o número PLC 77/2015), incluindo a necessária Emenda Constitucional 85, em vigor desde abril de 2015, foi finalmente sancionada a Lei 13.243/2016, o chamado Marco Legal de Ciência, tecnologia e Inovação. (mais…)